quarta-feira, 17 de maio de 2017

No Dia Internacional de Luta Contra a LGBTfobia, estudantes de jornalismo da faculdade Rio Branco gravam o documentário "Travestilidade - Histórias de resistência no tempo".

"Para lutar contra o racismo, não precisamos ser negros, para lutar contra a transfobia  não precisamos ser trans. Só precisamos ser humanos". Faça parte você também desta luta contra a LGBTfobia. 


Hoje, 17 de maio, é comemorado o Dia Internacional de combate à LGBTfobia. A data é celebrada desde 1990, quando a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças, entidades nacionais e internacionais convocaram em todo o país a VI Marcha Nacional Contra a LGBTfobia, que neste ano tem como tema a defesa "das vidas Trans, da Política Nacional LGBT e mais Democracia!

Na manhã desta quarta-feira(17), os estudantes  do 7º semestre do curso de jornalismo da faculdade Rio Branco em São Paulo, Flavia Silva, Jairo Rodrigues, Lilian Bindandi e Natália Beatriz, gravaram a primeira parte do documentário "Travestilidade - Histórias de resistência no tempo". 

O trabalho acadêmico faz parte da disciplina de Telejornalismo sob a orientação da professora Carina Martini. 

Para esta primeira etapa de gravações os alunos  entrevistaram Otto Stenke, Assistente Social do Centro de Cidadania LGBT Largo do Arouche, Janaina Lima, Coordenadora-Adjunta na Coordenação de Políticas para LGBT e Raira Santos recepcionista do Centro de Cidadania LGBT. 

A população LGBT, espalhada pelo mundo, aproveita este dia para chamar a sociedade para uma reflexão. Precisamos pensar o quanto de prejuízo traz a humanidade discriminar grupos sociais, disseminando o ódio e a intolerância, que geram violência e vitimam pessoas homossexuais. 

Toda e qualquer prática discriminatória ou violenta contra qualquer ser humano deve ser combatida. O que diferencia algumas práticas de outras tornando-as mais sérias é que algumas não são motivadas por algo concreto, ou um fato, elas são motivadas pela simples existência da pessoa, de sua condição no mundo, ou de sua identidade. É o caso da LGBTfobia.

Em 2016 foram notificados mais de 240 mil casos de violência: 
70% dos casos contra pessoas do sexo feminino, foram mais de 4.600 contra gays, lésbicas e bissexuais. 4.070 contra travestis, mulheres transexuais e homens trans. 
Foram mais de 860 casos registrados por motivos de homolesbobitransfobia. 

 A violência cometida contra a população LGBT estão subnotificadas. Os dados que chegam ao poder público representa apenas uma parcela dos casos. 






















#Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania
#Centros de Cidadania LGBT
#Coordenação de Políticas para LGBT

Jairo Rodrigues- TVR


Nenhum comentário:

Postar um comentário