sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Homenagem: Uma heroína chamada Helley Abreu Batista


Não se trata da sinopse de um filme capaz de sensibilizar a todos, mas da verdadeira história de uma mulher que morreu salvando vidas. Um verdadeiro ato de heroísmo. Não aqueles que estamos acostumados a ver nas histórias em quadrinhos, mas aquele que o mundo parou com lágrimas nos olhos para assistir. 

O nome dessa heroína? Helley Abreu Batista, de 43 anos. Nasceu logo ali, no Norte Mineiro! Seu sotaque característico e o jeitinho desconfiado logo denunciava sua personalidade. Amorosa, cuidadosa, que ao mesmo tempo trazia dentro de si, marcas que a vida não conseguia apagar. 

Experimentou o que talvez seja a maior dor de uma mãe, perder um filho, sentiu na pele e no coração essa terrível dor, mas o tempo a fez amar mais e mais, a dedicar mais e mais e ganhou não um, mas vários filhos de coração, seus alunos. 

Helley morreu como uma verdadeira heroína, tentando salvar a vida de "suas crianças", como ela gostava de chama-los. Helley foi mais que uma professora, foi uma mãe, foi uma leoa capaz defender suas crias com todas as forças. 

Faltar às aulas? Isso ela não sabia o que era, pois sempre, mesmo doente, sempre priorizava os seus "meninos".  Histórias como a de Helley nos faz acreditar que o amor, a compaixão, a cumplicidade pode transformar vidas. 

Sua luta para salvar essas crianças da morte, não ficou em vão, ou no esquecimento, devemos a ela todas as nossas homenagens e gratidão! Helley nos ensinou e nos deixou um verdadeiro legado de amor e dedicação a arte de ensinar... 

Super heróis existem, super heróis salvam, super heróis morrem por alguém. 

Obrigado, Helley Abreu, nossa heroína!! 

Jairo Rodrigues - TVRNews







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